Friday, 4 March 2011

As Múmias do Faraó - As Aventuras de Adèle Blanc-Sec


Título Original: Les Aventures Extraordinaires d'Adèle Blanc-Sec
Realizador: Luc Besson
Ano de Estreia: 2010

Paris, mesmo antes da Primeira Guerra Mundial, no ano de 1912. Enquanto efazia experiências com o alcance dos seus poderes telepáticos, o professor Espérandieu faz chocar um ovo de pterodáctilo com 136 milhões de anos, em exposição no Museu de História Natural de Paris. O pterodáctilo à solta começa logo a causar estragos e a polícia vê-se obrigada a agir.
Adèle Blanc-Sec (Louise Bougoin), uma jornalista, vê-se enredada em toda a confusão mal chega a Paris, do Egipto...

Quando se vê o trailer de “Adèle Blanc-Sec”, não se está minimamente preparado para o que nos espera a partir o momento em que as luzes são desligadas e o projector começa a rolar.

Luc Besson brinda-nos com um retrato pitoresco e energético de uma Paris no virar do século, povoada por personagens ironicamente construídas, muito do estilo dos filmes franceses do género (quem não se lembra dos filmes de Astérix, e os personagens que povoam os seus filmes).

A protagonista desta produção certamente deixaria Lara Croft embaraçada com a classe, energia e imaginação de Adèle Blanc-Sec e sobretudo com o sentido de humor dela. Há já muito tempo que não assistia às gargalhadas colectivas de uma plateia, face às peripécias dos personagens de “Adèle Blanc-Sec”.


Desde os cenários pormenorizados e bem trabalhados, de uma Paris a entrar na modernidade, passando pelo guarda-roupa, sendo tudo bem complementado por um trabalho de actores impecável, e um argumento bem construído com um humor mordaz que a ninguém deixa indiferente.

A única coisa que por vezes falha é a tradução e a legendagem, que devido a muitas tiradas serem brincadeiras com nomes de personagens e lugares franceses bem contextualizados numa cultura francesa, em suma regionalismos e “francesismos”, por vezes um espectador de outra nacionalidade facilmente deixa passar algumas sem se aperceber o potencial cómico. Talvez a introdução de notas da tradução no decorrer do filme, ajudassem a “agarrar” algumas referências e arrancar mais umas quantas gargalhadas e sorrisos.

Resumindo, é mais um argumento fantástico saído das páginas da banda desenhada franco-belga Adèle et la bête de 1976, da autoria e com o traço de Jacques Tardi, e que Luc Besson soube adaptar à grande tela, deixando o público à espera de encontrar Adèle novamente...

Depois da estreia no Fantasporto, as aventuras de Adèle chegarão aos cinemas nacionais já no próximo mês, a 10 de Março de 2011.

Classificação: 9/10


Links:

Thursday, 10 February 2011

Black Swan – O Cisne Negro



Título Original: Black Swan
Realizador: Darren Aronofsky
País de Origem: USA
Ano de Estreia: 2010

Nina (Natalie Portman) é uma bailarina numa companhia de ballet em Nova Iorque cuja vida, é completamente consumida com a dança. Ela vive com a mãe, uma antiga bailarina obececada que controla a filha de forma sofucante. Quando o director artístico Thomas Leroy (Vincent Cassel) decide substituir a bailarina principal, para a produção de abertura da nova temporada, “ O Lago dos Cisnes”, Nina é a sua primeira escolha. Mas Nina tem competição: a nova bailarina da companhia, Lily (Mila Kunis), que também impressionou Leroy.
“O Lago dos Cisnes” é uma peça que exige que a bailarina principal consiga interpretar tanto o Cisne Branco, com graciosidade e inocência como o Cisne Negro, que representa o mal e a sensualidade. Nina é o Cisne Branco perfeito e Lily o Cisne Negro por excelência. À medida que as duas bailarinas se tornam em rivais viscerais, formam uma amizade distorcida e assim começa uma descida aos recantos mais obscuros da mente delirante de Nina...

Para quem conhece um bocadinho o mundo do ballet e da música clássica, o Cisne Negro é quase um dejá-vu... Aronofsky conseguiu captar de uma forma cruelmente realista as pressões insanas, as horas impossíveis de dedicação, a obsessão pela perfeição, pelo reconhecimento e por uma oportunidade de um elemento se destacar por entre um grupo de pessoas igualmente talentosas e dedicadas. E principalmente, pela solidão impossível que acompanha o reconhecimento...

Depois de rios de tinta escritos sobre a nova produção de Aronofsky, penso que não podemos deixar passar esta oportunidade de tentar ver o que se passa do outro lado do espelho...para além dos tutus e das sapatilhas de pontas.


Natalie Portman, tem aqui uma oportunidade de conseguir provar a sua capacidade como uma actriz multifacetada, capaz de interpretar papéis variadíssimos e mesmo assim conseguir passar uma imagem de seriedade e comprometimento (V de Vendeta, Sexo sem Compromissos e Star Wars). Em Cisne Negro, Natalie Portman atinge um nível de fusão com o personagem de Nina Sawyers arrepiante, agarrando o espectador e puxando-o para a sua espiral descendente rumo à obsessão doentia com a peça “O Lago dos Cisnes”. Assistimos abismados, fascinados e aterrorizados à metamorfose da bailarina asfixiada pelo método, frígida e sob o jugo tirânico da mãe, num “cisne negro” visceral, explosivo e com as emoções à flor da pele.

Outro dos pontos a assinalar é a interpretação de Mila Kunis e Vincent Cassel, que tal como a protagonista presenteiam o espectador com representações brilhantes, dando todo o apoio e abrindo caminho para a “Rainha dos Cisnes”.

O único ponto menos bem conseguido e que deixa um sentimento de vazio é o acto final, em que de uma forma demasiado simplista se revela o desfecho de uma história tão complexa e delirante. Conhecendo bem o trabalho de Aronofsky, estava certamente à espera de algo ao nível do resto do filme e sei que ele era capaz de embrulhar tudo numa embalagem bem mais interessante, bem mais profunda que a pirueta final de Nina...

A Banda Sonora ficou uma vez mais a cargo do prodigioso Clint Mansell (Requiem for a Dream, The Fountain, membro dos Cronos Quartet), todas as composições integram partes da peça original de Tchaikovsky (composta entre 1875/76), e o tema principal é uma inversão do tema mais conhecido por todos, dando-lhe um toque mais negro e trágico.

Aquando da estreia de “O Lago dos Cisnes” em 1877, a peça e toda a produção foi muito mal recebida pela crítica, pelos estudiosos e pelo público, sendo muito critado a complexidade da peça orquestral, demasiado barulhenta e a sua incompatibilidade com uma coreografia de Ballet...

Desde o dia 20 de Fevereiro de 1877, desde a sua primeira representação no palco do mítico Teatro Bolshoi, em Moscovo (a inspiração para a coreografia encenada para este filme, foi retirada desta companhia de ballet), que “O Lago dos Cisnes” tem apaixonado e arrebatado espectadores. Esta nova interpretação pelas mãos de Aronofsky, ao contrário da peça de Tchaikovsky foi recebido de braços e corações abertos desde a sua estreia, mostrando um novo lado de um dos clássicos mais controversos de sempre...

Classificação: 9/10

Thursday, 27 January 2011

72 Horas



Realizador: Paul Haggis
País de Origem: EUA
Ano de Estreia: 2011


Um filme poderoso, com um homem cercado pelo sistema judicial, pela sociedade e pela vida...
Tudo começa quando a sua mulher, Lara Brennan (Elizabeth Banks), é acusada do homicídio da chefe. Apesar da esmagadora maioria das provas apontarem para ela, John Brennan (Russel Crowe) acredita na inocência da mãe do seu filho...quando tudo o resto falha, quando a esperança morre e à sua volta a duvida lentamente se instala...um plano r um caminho começa a desenhar-se.
Agora tem 72 horas para alargar os seus limites e fronteiras, enquanto pai, enquanto marido e enquanto homem. John tem 72 horas para conseguir bater o sistema e com a sua família recomeçar de novo...

O argumento não é um exemplo de originalidade, nem sequer os temas abordados... mas muitas vezes bons filmes saiem destes “lugares-comuns”, com a capacidade de se afirmarem e marcarem uma posição junto do público.

Paul Haggis, conseguiu de uma forma singular transmitir o desespero em que o protagonista mergulha ao ver todos os recursos, para a libertação da sua esposa recusados, e o frenezim em que entra ao descobrir uma pequena luz ao fundo do túnel.

Um dos pontos mais positivos é todo o trabalho desenvolvido por Russel Crowe, que brilhou com uma interpretação intensa, emocional, conseguindo transmitir toda a carga sentimental do personagem John Brennan. Quanto ao resto do elenco, principalmente a protagonista Elizabeth Banks, não convence com a sua interpretação, falhando completamente o alvo em muitas cenas cruciais... não conseguindo estabelecer qualquer empatia com o público.



O argumento se bem que recorrendo a uma série de “lugares-comuns”, consegue à custa de perspicácia e inteligência dar reviravoltas interessantes e por vezes, um tanto ou quanto inesperadas. Conseguiram transmitir perfeitamente, as contradições de um mero professor de Inglês de um Faculdade Comunitária, quando confrontado com o mundo do crime, e com a necessidade de sobreviver e arranjar o dinheiro necessário para a família sobreviver escondida da sociedade. Russel Crowe conseguiu agarrar o personagem, e transmitir a inocência de alguém disposto a tudo para conseguir atingir o objectivo a que se propôs: a liberdade da mulher, que está condenada à prisão perpétua e que em menos de 72 horas será transferida para uma nova prisão, longe de tudo e todos.

“Tell me where the bullets go.”

Um pensamento assaltou a minha mente ao longo do filme, enquanto assistia à descida do protagonista ao seu próprio inferno, enquanto John Brennan questionava os seus próprios demónios... Park Chan-wook e o seu longo trabalho com esta temática. Será que a mudança de Park de Seul para Hollywood começa a dar os seus frutos?! Será que começaremos agora a ter dificuldade em distinguir o Bem e o Mal e sem saber de forma tão dogmática como até agora onde está essa fronteira que separa os dois?! Será que Hollywood encontrou uma das chaves para fazer filmes marcantes e que captam o público pelas razões certas?


 Nota: Um agradecimento especial à revista TAKE Magazine que através dos seus passatempos me permitiu assistir à antestreia deste filme.

Thursday, 20 January 2011

TRON: O Legado



Título Original: TRON: The Legacy
Realizador: Joseph Kosinski
Data de Estreia: 13 de Janeiro de 2011 (Portugal)

Sam Flynn (Garret Hedlund - Eragon), um rebelde de 27 anos, é assombrado pelo misterioso desaparecimento do seu pai, Kevin Flynn (Jeff Bridges), o homem que ficou conhecido como líder mundial na criação de videojogos. Quando Sam investiga uma estranha mensagem enviada do antigo escritório de Flynn - uma mensagem que só poderia ter sido enviada pelo seu pai - ele é atirado para um mundo digital, o mesmo para onde Flynn foi arrastado há 20 anos. Com a ajuda de Quorra (Olivia Wilde – House MD), pai e filho vão embarcar numa derradeira jornada de vida ou morte através de um universo visualmente assombroso e colossal e um implacável vilão que vai fazer tudo para impedi-los de escapar.

28 anos após um filme que revolucionou a forma de fazer filmes e impulsionou a animação computorizada. Enquanto uma legião de fãs de TRON aguardou expectantemente por uma sequela que desse continuidade ao trabalho genial e revolucionário de Liesberger. A Disney trabalhava afincadamente para dar continuidade ao sonho, do então, jovem realizador, apresentando uma novela gráfica introdutória à sequela TRON: The Legacy e tudo isto envolto numa campanha publicitária galáctica. Uma questão se coloca: terá tudo valido a pena?

E a resposta de uma fã acérrima de TRON é sim... se bem que as altíssimas expectativas criadas em torno desta sequela, fazem dos espectadores desta sequela eternos insatisfeitos...

A escolha de se fazer uma sequela em vez do tão mais fácil remake, foi sem dúvida a mais acertada. O argumento de Edward Kitsis e Adam Horowitz, é antes de tudo um profunda homenagem ao trabalho original de Liesberger, tentando aprofundar um pouco mais as convulsões de um mundo digital que se pretende perfeito, imaculado e sem erros ou fórmulas inesperadas. Existem mesmo cenas recriadas linha a linha, nos cenários originais/recriados de 1982(Ver artigo), e que para os amantes de TRON são uma autêntica delícia... O único problema de um argumento tão interligado e enraizado na produção anterior é mesmo o risco de os novos fãs se perderem no mundo digital e não serem cativados pelo carisma de TRON - para isso ajuda a quase inexistência de versões do filme original disponíveis para aquisição, por aqueles que desejam revisitar ou mesmo conhecer a obra-prima que inspirou TRON: O Legado.

Um dos pontos menos bem conseguidos do filme foi mesmo a falta de carisma do protagonista Garret Hedlund, que apesar de uma prestação interessante não conseguiu cativar a audiência. Talvez pela incapacidade de transmitir qualquer sentimento ou de não construir qualquer ligação empática com o personagem, pois já em trabalhos anteriores este foi o ponto em que todas as críticas convergiram (p.e. Eragon). Mas o trabalho de Olivia Wilde (estreante nas longas metragens) e Jeff Bridges (é preciso mesmo dizer?) a dobrar, colmatam um pouco esta fraqueza de Hedlund. Olivia Wilde brilhou no papel do programa Quorra, mostrando o lado ingénuo, inocente e leal de um personagem desprovido de sentimentos humanos podendo apenas recorrer à lógica dos números e equações matemáticas.

Já Jeff Bridges teve uma prestação pouco homogénea, empenhando-se profundamente na criação do personagem virtual CLU, levando um pouco menos a sério o personagem que encarnara 28 anos antes. Mesmo assim, Jeff Bridges deu prova do porquê de ser considerado um dos poucos actores multifacetados, capaz de encarnar qualquer personagem (dos mais sérios aos mais cómicos), adaptar-se a qualquer tecnologia (seja ela velha ou revolucionariamente futurista) e mesmo assim fazer um trabalho interessante.

A aplicação/utilização da técnica 3D em TRON: O Legado foi francamente conservadora, ficando-se por efeitos de profundidade do campo de visão, nos Jogos da Arena e Corridas de Lightcycles. Se esta produção funcionava na velhinha 2D: até funcionava mas as cenas em que o 3D efectivamente é utilizado com todas as capacidades da tecnologia a funcionar em nome do entretenimento, não teriam o impacto que tiveram com o 3D (p.e. Os Jogos dentro do sistema e acima de tudo as corridas de lightcycles, que agora são disputadas em cenários multilayer com mudanças de gravidade). A minha sincera opinião é que uma tecnologia que tanto tem a oferecer às audiências está a ser banalizada e muitas vezes é utilizada para inflacionar resultados de bilheteira. Assim o público começa a tornar-se céptico e renitente em aderir a produções futuras... Um conselho: oferta de escolha quanto 3D e 2D, e limitar esta tecnologia para produções que realmente a utilizem...

Quanto à Banda Sonora, idealizada, composta e interpretada pelos die-hard fãs de TRON: Daft Punk (entrando mesmo no filme como DJ's no Bar “End of Line”). Nota-se claramente a paixão da dupla francesa pelo ambiente do filme. É também de salientar o facto de terem confirmado a sua colaboração ainda na fase de pré-produção, mesmo antes dos castings terem sido realizados. Quando ainda os personagens eram protótipos idealizados já tinham músicas compostas para cada um deles, ajudando depois no próprio trabalho de cada um dos actores.

Durante o filme, e principalmente durante as cenas finais, enquanto observava o deslizar dos créditos na tela, fiquei com a sensação que estávamos perante a introdução a uma qualquer coisa, espero que esteja enganada... A banalização de TRON seria como um crime quebrando todo o encanto do conceito e transformando tudo em mais uma série de sequelas medianas sem carisma e ensosas...


Saturday, 15 January 2011

Mr and Mrs Incredible



País de Origem: Hong Kong

Uma pérola vinda do Oriente, uma comédia romântica com superheróis, como podemos ter algo apontar nesta novíssima produção de Peter Chan.

Há superheróis apaixonados, um vilão empenhado em destruir o planeta, moscas e esquilos falantes, é preciso dizer mais?

O amor não é suposto ser coisa fácil – especialmente para os superheróis. O Capitão Gazer (Louis Koo) apaixona-se por Red, também conhecida por Aroma Woman (Sandra Ng). Cansados do seu agitado estilo de vida, decidem retirar-se para uma pequena e isolada aldeia.
Cinco anos passados, Gazer e Red têm uma vida pacata e feliz, mas um dia um Oficial anuncia um Torneio de Artes Marciais a ser realizado na sua aldeia. Centenas de mestres de Kung Fu e milhares de fanáticos chegam acorrem à pacata aldeia para o Torneio...aí começam os problemas!

Priest - Novo Trailer


O novo filme protagonizado por Paul Bettany, “Priest” já tem uma data de estreia prevista, 13 de Maio e foi divulgado o primeiro trailer.

O lendário “Warrior Priest” sobrevivente da última Guerra Vampírica, vive agora em anonimato por entre outros humanos numa cidade humana murada governada pela Igreja. Quando a sua sobrinha é raptada por um grupo de vampiros, Priest quebra os seus votos, dando início a uma perseguição para a conseguir encontrar antes que seja transformada num vampiro.
Priest, um Sheriff (namorado da sua sobrinha) e uma Warrior Priestess juntam-se numa luta contra o tempo...

Depois de uma série de fracassos de bilheteira, será que o “over the top” em Priest convence?


Tuesday, 11 January 2011

XVI Festa do Livro



5 a 30 Janeiro na Fundação Dr. António Cupertino de Miranda
 
A Festa do Livro, um dos certames anuais mais aguardados pelos bibliófilos da região Norte, inaugura dia 5 de Janeiro, pelas 13 horas, na Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, aquela que é a sua 16:ª edição. Até 30 de Janeiro, o público pode ali encontrar mais de 15 mil títulos, de 150 editoras nacionais e estrangeiras, a preços desde 80 cêntimos (€0,80).
Continuando a tradição característica deste evento (anteriormente realizado no Mercado Ferreira Borges), a organização disponibiliza cerca de 400 mil exemplares, entre best-sellers, Romance, Ficção-Científica, História, Ciência, Arquitectura, Fotografia, etc, a preços de saldo, que oscilam entre oitenta cêntimos e dez euros. Para os jovens pode mesmo encontrar-se uma oferta especial de literatura infantil e juvenil, incluindo muitos dos títulos integrados no Plano Nacional de Leitura.
Organizada pela editora Calendário de Letras, a Festa do Livro traz mais novidades este ano. “Para além de trazer uma maior quantidade de livros, fizemos um esforço suplementar para apresentar livros que vão ser colocados pela primeira vez no mercado de saldo, o que torna este evento bastante atractivo”.
 
A XVI Festa do Livro decorre entre 5 e 30 de Janeiro, na Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, e abre diariamente, de segunda-feira a domingo, das 13h às 20h.
A entrada é livre.

Fonte: http://www.viva-porto.pt

Monday, 10 January 2011

Game of Thrones - Novas Imagens



A tão esperada série da HBO, 'Game of Thrones', já tem data marcada para a estreia: 17 Abril de 2011. Agora que já podemos programar bem as nossas noites dedicadas à adaptação televisiva do trabalho de George R.R. Martin, a HBO divulgou mais um conjunto de imagens da série.

Uma coisa posso dizer, o entusiasmo e expectativas quanto a esta série são muitas, e com estas imagens só reforça todo o hype gerado à sua volta.


Fonte: www.makinggameofthrones.com


Friday, 7 January 2011

Falling Skies



Falling Skies tem como pano de fundo o mundo caótico depois de um ataque extraterrestres, que deixou a maior parte do planeta Terra em ruínas e na escuridão. Seis meses depois da invasão inicial, um pequeno grupo de sobreviventes agruparam-se nos arredores das maiores cidades, para dar início à difícil tarefa de tomar de reconquistar o nosso planeta.

No centro da acção está Tom Mason (Noah Wyle), um professor de História de Boston cuja família foi desmembrada pelo ataque. A mulher morreu no primeiro ataque, e um dos seus três filhos foi feito prisioneiro. Determinado a reencontrar o seu filho e a garantir a segurança dos seus dois filhos, Tom põe os seus conhecimentos de História Militar em acção como um dos líderes do Movimento de Resistência conhecido como “2nd Mass”, cujo nome foi inspirado na sua localização em Mass, Boston.

O produtor executivo de Falling Skies é Steven Spielberg e o argumentista é Robert Rodat (que foi nomeado por um Óscar pelo seu argumento em “Saving Private Ryan”), que uma vez mais se juntam para mais uma história sobre a luta de uma família em tempo de guerra, tentando contra tudo e todos manterem-se unidos.

A estreia está prevista para Junho de 2011, no canal TNT.

Trailer



Fonte: http://www.tnt.tv/series/fallingskies/

Webcomic: http://www.tnt.tv/series/fallingskies/webcomic/
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...