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Friday, 3 May 2013

Jin - Season 1




Título Original: JIN-仁-
País de Origem: Japão
Ano de Estreia: 2009 (TBS)
Actores: Osawa Takao, Ayase Haruka, Nakatani Miki
Nº de Episódios: 11 (c. 45 min.)

Sinopse:
 
A história segue o neurocirurgião Minakata Jin, que passou os últimos dois anos em angústia, pelo falhanço da sua cirurgia à noiva, deixando-a num estado vegetativo. Um dia, enquanto Jin persegue um doente que tenta fugir do hospital, cai e quando acorda descobre que viajou para o ano 1862, no final da era Edo. Um samurai ataca-o, mas um jovem chamado Tachibana Kyotaro sava-o da morte certa.

Durante a luta o jovem sofre um ferimento na cabeça e Jin vê-se obrigado a salvar a vida dele, apesar das limitações que encontra a nível tecnológico e da oposição da mãe de Kyotaro que desconfia da medicina que Jin pratica. Mas a irmã do jovem samurai fica impressionada com Jin e mesmo contra  a vontade da mãe, torna-se assistente e seguidora do médico que uma noite apareceu com o irmão, e pratica uma forma fascinante de medicina.


Entretanto, Jin não desiste de tentar encontrar uma forma de regressar ao presente, para junto da sua noiva Miki...

Comentário:



Baseado no manga homónimo - JIN - este drama de 11 episódios leva-nos numa viagem pelo Japão, cerca 1862, no fim da Era Edo e no início do Bakumatsu. 

Osawa Takao (Goemon, Ichi) é Minakata Jin, um neurocirurgião a tentar aprender a viver sem a noiva, que devido a uma operação que o próprio orientou ficou em coma. Num golpe do destino, Jin é transportado do ano 2009 até à Edo (antigo nome de Tóquio) de 1862, aí usando os seus conhecimentos médicos salva um jovem samurai que lhe dá abrigo como sinal de gratidão.

A irmã desse samurai, Tachibana Saki (interpretada por Ayase Haruka - Ichi, Hotaru no Hikari) torna-se o seu braço direito e juntos transformam a medicina japonesa...


Um dos pontos positivos desta série é sem dúvida a química entre os protagonistas. Osawa e Ayase haviam já trabalhado juntos em Ichi e a química entre os dois dá uma nota emocional e de âncora ao viajante temporal Jin, que apesar de ainda tentar com as alterações que faz no passado aumentar as hipóteses de sucesso no tratamento da sua noiva em coma, lentamente converge para Saki ficando, mesmo de form inconsciente ligado a ela. 


Alterando o destino de Saki, também o destino de Jin é alterado. Regressar ao seu tempo deixa de ser um motivo de tensão e lágrimas e aceita o que lhe aconteceu, cumprindo o juramento de Hipócrates (criando penincilina antes do tempo, travando um surto de cólera e ajuda a combater a sífilis com tratamentos modernos usando o que dispõe) e vive no meio de personagens históricas como Sakamoto Ryoma de quem se torna amigo.

De uma forma inteligente e emotiva acompanhamos as dúvidas eticas e morais de um médico preso numa época em que a medicina é ainda muito rudimentar e muitos morrem de doenças e ferimentos que facilmente podem ser tratados pela medicina moderna. Jin deve ou não intervir e alterar destinos de pessoas que deveriam morrer naquele momento?






 Não dou a pontuação máxima (apesar de Jin ter sido a série do ano, arrecadando prémios para melhor actor e actriz principal, melhor actor secundário e melhor série de drama, entre outros), porque os primeiros episódios se focam em demasia os procedimentos médicos, tornando-se um pouco repetitivo e artificial. Jin não pode sair da casa Tachibana sem ninguém sofrer um acidente e ele salvar o dia. À parte disso, que ao fim de 4 episódios está praticamente ultrapassado e a acção passa a focar-se no conflito de Jin trazer para o passado as técnicas da medicina moderna e as relações com os que tanto lutam para o ajudar.

É um drama que aconselho a quem deseja passar um bom bocado numa Edo que já não existe...

Classificação: 8/10

Wednesday, 22 February 2012

The Legend


Nome Original: Tae Wang san sin gi aka The Legend ou The Four Gods
País de Origem: Coreia do Sul
Ano de Estreia: 2007 (MBC)
Nº de Episódios: 24 + 2 Special (c.1h)
Sinopse:
Esta série retrata a vida do 19º rei de Goguryeo, Hwanwoong, enviado pelos céus para fazer do mundo um lugar melhor. Numa volta do destino, o Rei Celestial apaixona-se por uma mortal (Saeoh) e juntos concebem um filho. A sacerdotisa da tribo que anteriormente governava o mundo, e o mantinha em guerra para conquistar cada vez mais poder, mata o filho de Hwanwoong, provocando a quase destruição do Mundo pela raiva incendiária de Saeoh, a encarnação da Fénix.
Devastado pelo desgosto, o Rei Celestial abandona o Mundo à sua sorte, para recuperar com a ajuda dos seus quatro Guardiães Sagrados, profetizando o Regresso do Rei Jooshin, que irá fazer aquilo que não conseguiu, reunir os povos do Mundo, sob a bandeira da Paz.

Comentário:
Depois de Winter Sonata, The Legend faz claramente parte do pelotão da frente da “Korean Wave” que tomou o mundo de assalto a partir de 2002, e Bae Yong Joon é, sem sombra de dúvidas o seu Arauto.

Com um orçamento multimilionário de cerca de 45 mil milhões de won (c.30 milhões de euros), veteranos da indústria, estreias, efeitos especiais inéditos numa produção para a televisão Sul-coreana e a forma séria como o mito da fundação da Coreia é tratado, abordando os elementos fantásticos com respeito e rigor histórico.

The Legend, marca, o ponto de viragem para todas as séries Sul-coreanas, abrindo caminho para produções multimilionárias e com os olhos no mundo e na exportação. Passando de produtor de séries dúbias e dramáticas, muito ao jeito das telenovelas brasileiras (com histórias rebuscadas, baseadas em clichés típicos e paixões condenadas) para produções sérias, profissionais, com o propósito de espalhar a Cultura Coreana um pouco por todo o Mundo.

Temos portanto, à nossa frente, mais de 24 horas do melhor que a Coreia do Sul tem para oferecer em termos técnicos. Esta produção foi de tal forma bem sucedida que firmou a cadeia televisiva MBC, como líder nos dramas de época. Fez eclipsar uma carreira brilhante de Bae Yong Joon, que devido ao histerismo gerado à sua volta se mudou de armas e bagagens para o Japão, abandonando a carreira de actor, temporariamente, e lançou uma série de estreantes para o estrelato (Yoo Seung Ho (Príncipe Damdeok jovem) e Lee Ji-ah(criada na Califórnia e estreante no mundo da representação com The Legend).

Apesar de alguns deslizes na prestação de Bae Yong Joon e o pormenor de estar a interpretar um personagem quase 20 anos mais novo (nos primeiros episódios, pelo menos) e de isso dolorosamente se notar, não deixa de ser um trabalho marcante na longa carreira do veterano. Apesar de um elenco com uma série de veteranos (Kim Mi-kyeong- Shadowns in the Palace; Jang Hang-Seon – Ghost House, The Devil's Game; Gumiho's Revenge; só para enumerar alguns) é sem dúvida o carisma e o talento dele que conseguem segurar e levar a bom porto a mega-produção que nos últimos episódios atingiu uma cota de quase 40% dos espectadores sul-coreanos, e foi exibida nas televisões Japosesas com igual sucesso, sendo inclusivamente editado para uma saga de filmes a serem exibidos nos cinemas japoneses.

A Banda Sonora foi composta e dirigida por Joe Hisaishi, o génio por trás das bandas sonoras para Myizaki (Viagem de Chihiro, O Castelo Andante, Nausicäa), e uma vez mais deu provas do porquê de ser considerado um dos melhores maestros/compositores e também dos mais perfeccionistas, dentre todos os que produzem Bandas Sonoras para produções de cinema e televisão.

Os actores, as equipas técnicas e o corpo de directores, realizadores e argumentistas foram extensivamente premiados pelo trabalho desenvolvido durante os quase dois anos de produção de The Legend.

Melhor Episódio: 11

Classificação: 7/10

Nota: Artigo originalmente escrito e publicado no blog Bela Lugosi is Dead, onde colaborei durante uns tempos.






Wednesday, 15 February 2012

Misfits - Season 2

Título (pt): Os Inadaptados
Ano de Estreia: 2010
País de Origem: UK
Nº de Episódios: 8
 
Sinopse:
Kelly (Lauren Socha), Nathan Young (Robert Sheehan), Curtis Donovan (Nathan Stewart-Jarrett), Alisha (Anthonia Thomas) e Simon Bellamy (Iwan Rheon) têm uma coisa em comum: todos fizeram alguma coisa ilegal e por isso, têm uma pena a cumprir no Centro Comunitário. De repente, uma inesperada tempestade abate-se sobre a cidade e começam a acontecer coisas estranhas. Eles não fazem ideia que cada um acaba de ganhar um poder que não escolheu e que revela a cada um deles as suas inseguranças mais profundas e obscuras. Todos eles vão descobrir que não são os únicos afectados pela tempestade e que outras pessoas também desenvolveram poderes estranhos…

Comentário:

Depois de finalmente descobrir qual o poder que lhe calhou Nathan, descobre também que não tem propriamente sorte com o timing...

(SPOILERS - por mais que tente é impossível evitar spoilers!)


Ora bem agora que o aviso está feito, posso falar à vontade! :) 
Se a temporada anterior correspondia ao nascimento (com o grupo a tentar descobrir os seus poderes e ser bastante bem-sucedidos não conseguirem fazer nada de útil com eles), esta é a infância e o crescimento (em que os cinco começam lentamente a descobrir o potencial dos seus poderes, e descobrem que são responsáveis por esse poder que têm e que acabou o tempo de brincar e fugir quando as coisas não correm tão bem quanto esperávamos).

No último episódio da temporada 1, assistimos ao aparecimento de um estranho mascarado que salva Nathan, devo dizer que os argumentistas tiveram um verdadeiro golpe de génio com o subplot do hoodie (como os fãs lhe chamam - para evitar o maior spoiler possível da série), se bem que depressa lhe deram uma solução que foi pena pois claramente tinha potencial para o poderem aproveitar mais que 3/4 episódios...


Nota-se claramente um orçamento mais folgado, temos melhores efeitos especiais, poderes mais extravagantes e os nossos heróis já se movimentam em mais cenários além do centro comunitário onde prestam contas à justiça.

O ponto mais interessante de Misfits são os personagens, os Asbo Five, inadaptados e incapazes de fazer algo com os poderes que lhes foram atribuídos. O crescimento dos personagens, a forma como lidam com a tragédia, como interagem uns com os outros, como tentam perceber como gerir a responsabilidade dos poderes de cada um...

Simon Bellamy foi claramente o personagem estrela da segunda temporada, substituindo um pouco Nathan Young no spotlight (na minha opinião os argumentistas teriam ganho muito mais em manter os dois em destaque, a química entre os dois actores é fantástica e poderia ter resultado muito melhor do que um progressivo afastamento de Nathan do lugar de protagonismo). Simon evoluiu imenso, deixando para trás um rapaz tímido, retraído e apagado, tornando-se rapidamente na consciência e líder dos cinco, agora amigos.


Kelly e Alisha também evoluíram bastante. Alisha deixou para trás o lado fútil, de femme fatalle e a aproximação a Simon faz com que se aperceba do que realmente é importante. Kelly, bem, ela não deixa de ser quem é, tomboy até à medula, mas começa a ter mais capacidade de lidar com o julgamento dos outros e lentamente começa a deixar de ser quem os outros querem que seja e passa a mostrar as suas cores.


Vince Pope é brilhante, adoro a Banda Sonora de Misfits... Adoro a selecção de músicos britânicos para complementar o trabalho do compositor. Desde que comecei a ver Misfits que sou incapaz de passar um dia sem ouvir parte da Banda Sonora (obssessive much?!) Para perceberem aquilo de que falo, deixo-vos o link para a música "Spanish Sahara" dos Foals - acho que foi uma escolha perfeita, pois para quem já viu a série a própria evolução do tema acompanha os ups and downs da vida destes cinco jovens inadaptados...


Dou a esta season menos um ponto pois a personagem Nathan, lá mais para o final da season começou a aborrecer-me um pouco... Eu adoro o personagem, adoro o actor que de forma brilhante encarnou o palhaço de serviço do grupo. Mas Nathan não evoluiu, ao contrário dos outros personagens (uns mais que outros é certo, como já referi em cima) e por vezes sentia-se que o próprio actor estava desconfortável com esse mesmo facto. Será que foi isso que levou Robert Sheehan a deixar a série, e tentar a sua sorte em Hollywood?!


Friday, 3 February 2012

Misfits - Season 1


Título (pt): Os Inadaptados
Ano de Estreia: 2009 (2012 - AXN Black)
País de Origem: UK

Sinopse:
Kelly (Lauren Socha), Nathan Young (Robert Sheehan), Curtis Donovan (Nathan Stewart-Jarrett), Alisha (Anthonia Thomas) e Simon Bellamy (Iwan Rheon) têm uma coisa em comum: todos fizeram alguma coisa ilegal e por isso, têm uma pena a cumprir no Centro Comunitário. De repente, uma inesperada tempestade abate-se sobre a cidade e começam a acontecer coisas estranhas. Eles não fazem ideia que cada um acaba de ganhar um poder que não escolheu e que revela a cada um deles as suas inseguranças mais profundas e obscuras. Todos eles vão descobrir que não são os únicos afectados pela tempestade e que outras pessoas também desenvolveram poderes estranhos…  

Comentário:
Há já uns tempos que me andavam a recomendar e a falar desta série, e eu nunca arranjei um tempinho para a ver, agora arrependo-me disso... 

Misfits é das séries mais interessantes que vi nos últimos tempos e arrebatou-me por completo! É fantasia, ficção-científica, horror, romance e comédia... tem um elenco de jovens talentosos que encarnam personagens complexos, credíveis e tão bem construídos que a empatia com os seus dilemas é instantânea.

Tudo começa com uma estranha tempestade...


E a partir desse momento, cinco "inadaptados" sem nada em comum a não ser uma pena de serviço comunitário, são obrigados a adaptarem-se aos seus novos poderes...

Todos os personagens são bem trabalhados, tanto a nível de representação (o jovem elenco é fantástico) como a nível de argumento - de notar que os poderes de cada um são a manifestação de um traço de personalidade de cada um, os sobrenomes de alguns dos personagens estão também relacionados com o poder que lhe calha ;)


Nota-se o low budget nos cenários, nos efeitos especiais e adereços, mas o que falta em dinheiro é bem compensado em talento da equipa envolvida na produção de Misfits. É claramente uma boa aposta para quem procura algo diferente, intenso e que apesar do tom cómico e apalhaçado (tudo graças a Nathan, o comediante de serviço do grupo) muitas vezes aborda temas polémicos e que afectam verdadeiramente a população mais jovem - bullying, drogas, sexo, vida e relações falhadas. Misfits é uma viagem através dos olhos de cinco jovens que aprendem que às vezes lidar com as consequências do que fazemos é melhor que fugir às responsabilidades daquilo que somos, que queremos ser e do que fizemos...


Uma nota especial para a banda sonora desta série. Músicas escolhidas a dedo e que mesmo ouvidas no nosso leitor de mp3, nos conseguem transportar de volta para o Centro Comunitário de Misfits.



Melhor Episódio: 4
Classificação: 10/10

Friday, 27 January 2012

Misfits - Estreia


Este Domingo estreia no AXN Black estreia uma das séries que mais me surpreendeu nos últimos anos (tirando uma ou duas que levaram a fazer verdadeiras maratonas! :P ).

Misfits já vai na terceira season em Inglaterra, e já desde 2009 que anda a surpreender gente um pouco por todo o mundo...

Kelly (Lauren Socha), Nathan Young (Robert Sheehan), Curtis Donovan (Nathan Stewart-Jarrett), Alisha (Anthonia Thomas) e Simon Bellamy (Iwan Rheon) têm uma coisa em comum: todos fizeram alguma coisa ilegal e por isso, têm uma pena a cumprir no Centro Comunitário. De repente, uma inesperada tempestade abate-se sobre a cidade e começam a acontecer coisas estranhas. Eles não fazem ideia que cada um acaba de ganhar um poder que não escolheu e que revela a cada um deles as suas inseguranças mais profundas e obscuras. Todos eles vão descobrir que não são os únicos afectados pela tempestade e que outras pessoas também desenvolveram poderes estranhos… 

Um conselho... não percam esta série!! É dark, gory, fantástica, e recheada de talentosos actores!

Friday, 13 January 2012

Once Upon a Time - Estreia

(IMDB)

País de Origem: USA
Ano de Estreia: 2011
Canal de TV: ABC (Portugal - AXN)
De: Adam Horowitz, Edward Kitsis


Estreia hoje no AXN da TV por cabo, uma das séries que mais deu que falar nos últimos meses de 2011... O facto desta série estrear numa Sexta-Feira 13 tem o seu quê de engraçado ;)

Sinopse
A vida de Emma Swan foi tudo menos um conto de fadas. Aos 28 anos, é uma pessoa solitária que, ao ser abandonada quando ainda era uma bebé, se viu obrigada a cuidar dela própria. Mas tudo muda quando um dia Henry, o filho que deu para adopção, a encontra.

Henry está desesperado por ajudar a sua mãe biológica e pensa que esta é a filha perdida da Branca de Neve e do Príncipe Encantado. Apesar de soar estranho, Henry acredita que "Storybrooke", a vila de Nova Inglaterra onde vive, é realmente parte de uma maldição lançada pela Rainha Má, que congelou os personagens de contos de fadas na vida moderna, fazendo com que não se lembrem das suas origens. (AXN)

*squeee* Já desde o ano passado que andava tudo a falar maravilhas desta série. E agora estreia hoje no AXN... Gosto de ver que os canais por cabo começam a acompanhar com menos delay as novidades e estreias que tanto sucesso fazem por esse mundo fora! 

Logo à noite estarei colada ao ecrã, para finalmente entrar no mundo de Once Upon a Time...


Tuesday, 25 October 2011

The Walking Dead - Season 3


Segundo informações do site Deadline, a série de zombies "The Walking Dead" da cadeia televisiva AMC, terá uma terceira temporada. Isto acontece após apenas dois episódios transmitidos da segunda temporada, que atingiram níveis de audiências surpreendentes (o primeiro episódio teve 4,8 milhões de espectadores e o segundo 6,7 milhões!!), não deixando margem para dúvidas quanto à aceitação pelo público americano de zombies no seu horário nobre.

“Today we are pleased to announce that the ‘dead’ shall live as we proudly renew The Walking Dead for a third season on AMC and, globally, with our terrific partners at Fox International Channels,” anunciou o Presidente da AMC, Charlie Collier. 

A série é baseada nas comics de Robert Kirkman, com o mesmo nome. Glen Mazzara substituiu Frank Darabont na cadeira de realizador. Kirkman, Gale Anne Hurd, David Alpert e Darabont,continuam como produtores executivos. 

Espero ansiosamente pelos desenvolvimentos desta segunda temporada e espero que a terceira tenha o mesmo sucesso e que a equipa por detrás de "The Walking Dead" seja capaz de saber quando parar de explorar o conceito e não estrague algo que promete ser interessante!

Tuesday, 18 October 2011

The Walking Dead - Estreia Season 2

A segunda temporada de "The Walking Dead" estreou no passado dia 16 de Outubro nos Estados Unidos, por cá em terras lusas estreia hoje 18 de Outubro no Canal Fox (bem haja ao canal por nos trazer as séries à medida que vão estreando e não anos depois)... Em antecipação ao episódio de logo à noite aqui fica o trailer, de uma das séries mais esperadas por mim e por mais uns milhares de fãs!


A ver vamos, se não irão cortar o primeiro episódio como fizeram com a temporada anterior... por questões de grelha de programas (BS my friends, BS). Isso ficou-vos mal, não repitam a coisa vá... aprenderam com os vossos erros presumo! ;)
Mais info:

Monday, 17 October 2011

The Walking Dead - Season 1


Título Original: The Walking Dead
Realizador: Frank Darabont
Data de Estreia: 31 de Outubro de 2010 (USA)
Episódios: 6

Sinopse:
O agente da Polícia Rick Grimes tenta guiar um grupo de sobreviventes através de um mundo infestado de zombies...

Comentário:
Antes de mais há que fazer um aviso à navegação, eu não tive ainda a oportunidade de ler a graphic novel que inspirou esta série, por isso qualquer coisinha é só dizer.

Em preparação para a estreia da nova season de "The Walking Dead" a estação que transmite a série em Portugal, fez este Sábado uma maratona em que passou toda a primeira série. Resumindo, foi uma valente "barrigada" de zombies, lembrando-me que ainda não tinha falado de uma das séries marcantes de 2010 (e que adorei!) aqui neste meu cantinho.

Uma declaração: Não gosto de zombies, acho que ninguém gosta de zombies, mas apesar do meu estômago ser bastante resistente, acho que os zombies é mesmo uma daquelas poucas coisas que me faz ter medo do escuro e pular na minha cadeira... mas nem isso me fez manter longe de "The Walking Dead".


Nesta série que retrata a resistência de humanos num mundo infestado de zombies, o que mais me impressionou foi a intensidade que os actores impregnaram os seus personagens, de notar o trabalho de Andrew Lincoln(Rick Grimes), Jon Bernthal(Shane Walsh) e Laurie Holden(Andrea). Os horrores que testemunharam e as formas como aprenderam a lidar com os desafios, as perdas e a sobrevivência, provocaram-me muitas vezes arrepios na espinha.

Desde a banda sonora, aos efeitos especiais, aos figurantes que treinaram numa escola de zombies (sim, existe uma escola de zombies), às crianças que integram o grupo de sobreviventes, tudo combinado faz de "The Walking Dead" uma boa aposta. Um risco enorme da cadeia televisiva AMC, que colocou tanto empenho e trabalho numa série não indicada aos fracos de coração que passou em horário nobre, um pouco por todo o mundo! Que posso dizer acerca desta série para além do facto de ser uma série marcante, tanto a nível humano, como a nível de mostrar, ao público em geral, que mesmo sendo uma série de terror, também ela pode ser encarada de forma séria. Que o terror vivido por aqueles personagens é tão palpável quanto as nossas vidinhas quotidianas, vemos que muitas reacções dos personagens podiam perfeitamente ser as nossas (sentimos por vezes que são as nossas, em contextos diferentes, mas é assim que reagimos, perante o medo, o horror e a incerteza de uma decisão arriscada).


Fico a aguardar a próxima season!

Classificação: 9/10

Mais info:

Tuesday, 23 August 2011

Firefly



Título original: Firefly
Realização: Joss Whedon, Vern Gillum, Tim Minear
Argumento: Joss Whedon, Tim Minear, Ben Edlund, Jose Molina
Ano: 2002-2003

Firefly - IMDB

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Nota: Este artigo foi originalmente publicado no blog "Bela Lugosi is Dead" para onde contribuí durante um tempo. Agora com a estreia da série em terras portuguesas pela mão do canal de cabo "MOV" é bom relembrar aos fãs e a quem ama a ficção-científica o contributo e a viagem atribulada que "Firefly" teve até chegar até nós. Para os fãs de "Castle" série transmitida pelo canal "AXN" é uma boa oportunidade para perceber muitas das piadas do personagem principal interpretado por Nathan Fillion. 
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500 anos no futuro, uma tripulação de renegados, numa pequena nave espacial...

Juntos, procuram sobreviver à medida que viajam pelo Universo desconhecido e tentam por todos os meios escapar às diferentes facções que regem os vários planetas. Como contrabandistas, têm ainda que fugir às armadilhas montadas pelos agentes das autoridades que tentam manter a ordem num Universo caótico e à beira da ruptura.

O Capitão Malcolm “Mal” Reynolds (Nathan Fillion), um veterano da Guerra Galáctica e
a sua equipa de inadaptados, a bordo da nave classe Firefly, tentam sobreviver da melhor forma possível, nas fronteiras exteriores do espaço conhecido, fazendo de tudo um pouco desde contrabando, a resgates arriscados e transporte de reconhecidos criminosos. Tudo isto, em troca de uma boa quantidade de créditos.


À frente de um elenco de perfeitos desconhecidos e praticamente estreantes, Whedon, Rei dos Lugares Comuns e da forma de lhes dar um twist irónico e inesperado, consegue com Firefly conquistar um público ao qual a série mega-galáctica Buffy não apelava.

Depois do sucesso com vampiros, demónios, lobisomens e criaturas afins, Whedon virou-se para o espaço e para os seus colonos. Apesar de a série ter sido prontamente cancelada pela estação televisiva FOX, Firefly conquistou um público fiel, dedicado e reivindicativo. Logo após o anúncio do cancelamento, circulou um abaixo assinado para nova temporada da série. E apesar de um bom acolhimento da crítica e do público, a FOX decidiu cancelar a série definitivamente, mesmo por entre um coro de protestos.

Como a FOX não tinha espaço na sua grelha (dizem eles), e detinha todos os direitos sobre o nome Firefly, o criador/realizador da série não podia utilizar esse nome nem pegar novamente no projecto.

Joss Whedon como sempre respeitou os seus fãs, e com a polémica e pressão dos a subir de tom, conseguiu persuadir a Universal Studios e recebeu luz verde para escrever e produzir um filme, Serenity, tentando assim atar todas as pontas soltas e perguntas que ficaram por responder com a interrupção abrupta da série.

Não vale a pena debruçarmo-nos sobre o filme – que estreou em Setembro de 2005 –, pois como todos os fãs de Firefly sabem, Serenity correu mal a Whedon, que tentou fazer demasiado em tão pouco tempo...

Apesar de uma clara falta de fundos, nos efeitos especiais, cenários e adereços, a paixão de Whedon por este projecto é facilmente visível. E uma vez mais criou um mundo repleto de perigos e mistérios, povoado por um grupo de personagens inesquecíveis.

Whedon publicou uma novela gráfica com mais aventuras da tripulação da nave Serenity.

É uma das séries a não perder, quer pelo realizador, quer pela ousadia de tentar que um space western fosse exibido a horário nobre numa estação nacional. É um marco da ficção científica, e que ainda hoje arrasta uma multidão de fãs, que mantêm a esperança de ver o Capitão Mal a liderar a sua tripulação rumo ao desconhecido e ao próximo trabalho... será que serão pagos desta vez?

Firefly recebeu uma série de prémios Scyfi, incluindo a melhor série do ano 2006, melhor actor principal (Nathan Fillion), melhor actor secundário (Adam Baldwin) e melhor episódio de TV do género Ficção Científica.

Monday, 10 January 2011

Game of Thrones - Novas Imagens



A tão esperada série da HBO, 'Game of Thrones', já tem data marcada para a estreia: 17 Abril de 2011. Agora que já podemos programar bem as nossas noites dedicadas à adaptação televisiva do trabalho de George R.R. Martin, a HBO divulgou mais um conjunto de imagens da série.

Uma coisa posso dizer, o entusiasmo e expectativas quanto a esta série são muitas, e com estas imagens só reforça todo o hype gerado à sua volta.


Fonte: www.makinggameofthrones.com


Friday, 7 January 2011

Falling Skies



Falling Skies tem como pano de fundo o mundo caótico depois de um ataque extraterrestres, que deixou a maior parte do planeta Terra em ruínas e na escuridão. Seis meses depois da invasão inicial, um pequeno grupo de sobreviventes agruparam-se nos arredores das maiores cidades, para dar início à difícil tarefa de tomar de reconquistar o nosso planeta.

No centro da acção está Tom Mason (Noah Wyle), um professor de História de Boston cuja família foi desmembrada pelo ataque. A mulher morreu no primeiro ataque, e um dos seus três filhos foi feito prisioneiro. Determinado a reencontrar o seu filho e a garantir a segurança dos seus dois filhos, Tom põe os seus conhecimentos de História Militar em acção como um dos líderes do Movimento de Resistência conhecido como “2nd Mass”, cujo nome foi inspirado na sua localização em Mass, Boston.

O produtor executivo de Falling Skies é Steven Spielberg e o argumentista é Robert Rodat (que foi nomeado por um Óscar pelo seu argumento em “Saving Private Ryan”), que uma vez mais se juntam para mais uma história sobre a luta de uma família em tempo de guerra, tentando contra tudo e todos manterem-se unidos.

A estreia está prevista para Junho de 2011, no canal TNT.

Trailer



Fonte: http://www.tnt.tv/series/fallingskies/

Webcomic: http://www.tnt.tv/series/fallingskies/webcomic/
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